O blog tem novas funcionalidades, uma agenda e o canal directo do Youtube, além disso encontra-se ja presente no Twitter e no Facebook. Com estes novos itens será mais fácil seguir toda a actualidade do Orfeon Académico de Coimbra.
Para os Orfeonistas fica a informação de que se encontram abertas as inscrições para o próximo fim-de-semana de trabalho, a realizar no fim-de-semana de 6 e 7 de Junho em local ainda a definir.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Sarau de Gala - Queima das Fitas 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Convento de S. Francisco - 18 de Abril
segunda-feira, 13 de abril de 2009
He trusted in God - Messias de Handel
Excerto do espetáculo do OAC de dia 4 de Abril na Sé Nova (Coimbra).
Os nossos agradecimentos a todos os orfeonistas que participaram na preparação e no espectáculo, à Orquestra Clássica do Centro, a todos os presentes, e um especial obrigado ao Maestro Artur Pinho!!!
sábado, 11 de abril de 2009
Boa Páscoa!
O ORFEON ACADÉMICO DE COIMBRA deseja a todos uma BOA PÁSCOA!
PS: As actividades reiniciam-se no dia 15 de Abril(quarta-feira) e Sábado, é dia de Concerto em Coimbra
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Maestro Artur Pinho
Iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música de Aveiro, onde concluiu o curso de Formação Musical, em 1992. Frequentou pela primeira vez, em 1989, o Curso de Direcção Coral em Sines, com os professores Anton de Beer e Edgar Saramago, continuando, desde a altura a trabalhar assiduamente com este último. Prosseguindo a sua frequência em vários outros cursos, tanto em Portugal como em Espanha, trabalhou ainda com os professores J. Roos, Vianey da Cruz, Peppe Prates, José Luís Borges Coelho, Ivo Cruz e Mário Mateus.Em 1993, em regime de curso livre, estudou Direcção de Orquestra, na escola Metropolitana de Lisboa. Ainda no decorrer do mesmo ano organizou e dirigiu a obra Magnificat, de J.S.Bach, com o coro do Conservatório de Aveiro e a Orquestra de Jovens das Escolas de Música do país.
De Dezembro de 1999, a Janeiro de 2006, foi maestro do Orfeon Académico de Coimbra. Em 1999, concluiu o curso de prática coral na Escola Profissional de Música do Porto. Em 2000, grava com o Orfeão Universitário de Aveiro a obra Magnificat de Vivaldi. Como maestro convidado dirige a Orquestra clássica do Centro, a orquestra e coro da Fundação Conservatório Superior de Música de Gaia, a Orquestra da Escola Profissional de Música de Mirandela, a Orquestra do Norte e a Filarmonia das Beiras.
Licenciado em Direcção Musical pela Fundação Conservatório Superior de Música de Gaia, sob a orientação do Maestro Mário Mateus. Ministra vários cursos de Direcção Coral em Portugal e em Espanha. Presentemente é mestrando na Universidade de Aveiro, em Direcção. É Director Artístico e sócio fundador da Associação Ecos do Passado.
Dirige o Orfeon Académico de Coimbra desde Outubro de 2008.
Site oficial - www.maestroarturpinho.com
Licenciado em Direcção Musical pela Fundação Conservatório Superior de Música de Gaia, sob a orientação do Maestro Mário Mateus. Ministra vários cursos de Direcção Coral em Portugal e em Espanha. Presentemente é mestrando na Universidade de Aveiro, em Direcção. É Director Artístico e sócio fundador da Associação Ecos do Passado.
Dirige o Orfeon Académico de Coimbra desde Outubro de 2008.
Site oficial - www.maestroarturpinho.com
O Orfeon
Da sua história sabe-se ter sido João Arroyo o fundador. A partir de 29 de Outubro de 1880, iniciou os ensaios com 60 coralistas. Estreou-se a 7 de Dezembro do mesmo ano no Teatro Académico Príncipe Real, em Coimbra, por ocasião das comemorações do tricentenário da morte de Camões, com o nome Sociedade Choral do Orpheon Académico. O espírito republicano que presidiu às referidas comemorações (a que aderiram nomes como Teófilo Braga e Antero de Quental) foi imbuído de todo um culto que ofereceu ao recém-criado Orfeon a oportunidade de se projectar. Preocupado em trazer a público autores contemporâneos, João Arroyo, com uma visão inovadora, mostrou pela primeira vez em Portugal a grandiosa música de Wagner.
Mais tarde o Orfeon Académico de Coimbra (OAC) ressurgiria, animado por Luís Stockler. Foi depois com António Joyce que se cantou “Ámen” de Berlioz pela primeira vez, no Teatro Aveirense, sendo de destacar também a continuidade dada aos compositores românticos (Grieg, Brahms,...). Em 1911, o OAC actuou no Trocadero, em Paris, naquela que foi a sua primeira digressão ao estrangeiro.
O Padre Elias de Aguiar foi o regente seguinte do OAC. Nesta altura o Orfeon passou algumas dificuldades no recrutamento de vozes, devido à participação portuguesa na 1ª Guerra Mundial, que ocupou grande parte da juventude de então. Contudo estava lançado o Orfeon Académico de Coimbra para um futuro auspicioso.
Após Elias de Aguiar, seguiram-se as épocas de Raposo Marques, Joel Canhão, Cândido Lima e Carlos Brito, que o elevaram na vertente de embaixada cultural.
As características de uma população universitária em constante mutação reflectiram-se no organismo, após o 25 de Abril de 1974, com modificações internas, incluindo a admissão de elementos femininos.
Artur Carneiro, Virgílio Caseiro, Edgar Saramago, Artur Pinho e Paulo Bernardino, foram os maestros subsequentes que incrementaram a base artística do organismo, já como legítimo representante da Academia, da Universidade, da cidade e do país.
Em 2008, Artur Pinho volta a assumir a regência do Orfeon.
A epopeia das grandes viagens, bordada com a academia, conduziu o Orfeon por todo o mundo. Na Europa apresentou-se em Itália, Alemanha, Holanda, França, Suiça, Hungria, citando alguns exemplos; mas esteve também presente no continente americano, actuando no Canadá, Estados Unidos e Brasil; em África, em países tão diversos como África do Sul, Angola e Moçambique; e na Ásia, do qual é exemplo o Japão. No território nacional, já cantou um pouco por todo o continente e ilhas. Representou Portugal ao mais alto nível no festival Europália 91, na Expo’98, na Unesco, e foi o primeiro coro Português a cantar na Basílica de S. Pedro, no Vaticano.
Mais recentemente, em 2013, o OAC participou nas celebrações dos 500 anos da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, com a interpretação da 9ª Sinfonia de Beethoven, em conjunto com o Coro Sinfónico Inês de Castro e Coro Misto da Universidade de Coimbra.
Com 134 anos, o Orfeon Académico de Coimbra brota juventude. Constituído por cerca de 50 coralistas provenientes de todas as faculdades da Universidade de Coimbra e institutos superiores, e em permanente empenho para manter e continuar a construir esta longa e gloriosa história, é o mais antigo coro português e um dos mais antigos da Europa.
Mais tarde o Orfeon Académico de Coimbra (OAC) ressurgiria, animado por Luís Stockler. Foi depois com António Joyce que se cantou “Ámen” de Berlioz pela primeira vez, no Teatro Aveirense, sendo de destacar também a continuidade dada aos compositores românticos (Grieg, Brahms,...). Em 1911, o OAC actuou no Trocadero, em Paris, naquela que foi a sua primeira digressão ao estrangeiro.
O Padre Elias de Aguiar foi o regente seguinte do OAC. Nesta altura o Orfeon passou algumas dificuldades no recrutamento de vozes, devido à participação portuguesa na 1ª Guerra Mundial, que ocupou grande parte da juventude de então. Contudo estava lançado o Orfeon Académico de Coimbra para um futuro auspicioso.
Após Elias de Aguiar, seguiram-se as épocas de Raposo Marques, Joel Canhão, Cândido Lima e Carlos Brito, que o elevaram na vertente de embaixada cultural.
As características de uma população universitária em constante mutação reflectiram-se no organismo, após o 25 de Abril de 1974, com modificações internas, incluindo a admissão de elementos femininos.
Artur Carneiro, Virgílio Caseiro, Edgar Saramago, Artur Pinho e Paulo Bernardino, foram os maestros subsequentes que incrementaram a base artística do organismo, já como legítimo representante da Academia, da Universidade, da cidade e do país.
Em 2008, Artur Pinho volta a assumir a regência do Orfeon.
A epopeia das grandes viagens, bordada com a academia, conduziu o Orfeon por todo o mundo. Na Europa apresentou-se em Itália, Alemanha, Holanda, França, Suiça, Hungria, citando alguns exemplos; mas esteve também presente no continente americano, actuando no Canadá, Estados Unidos e Brasil; em África, em países tão diversos como África do Sul, Angola e Moçambique; e na Ásia, do qual é exemplo o Japão. No território nacional, já cantou um pouco por todo o continente e ilhas. Representou Portugal ao mais alto nível no festival Europália 91, na Expo’98, na Unesco, e foi o primeiro coro Português a cantar na Basílica de S. Pedro, no Vaticano.
Mais recentemente, em 2013, o OAC participou nas celebrações dos 500 anos da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, com a interpretação da 9ª Sinfonia de Beethoven, em conjunto com o Coro Sinfónico Inês de Castro e Coro Misto da Universidade de Coimbra.
Com 134 anos, o Orfeon Académico de Coimbra brota juventude. Constituído por cerca de 50 coralistas provenientes de todas as faculdades da Universidade de Coimbra e institutos superiores, e em permanente empenho para manter e continuar a construir esta longa e gloriosa história, é o mais antigo coro português e um dos mais antigos da Europa.
quarta-feira, 25 de março de 2009
O Blog
E assim nasce o blog do Orfeon Académico de Coimbra!
Um espaço que pretende estar aberto a todos os que queiram nele participar.
Para o Orfeon vai servir como mais um veiculo de divulgação das suas actividades e da sua história.
Aguardamos a vossa visita e os comentários de todos serão sempre bem vindos.
Continuar a fazer história!
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